7 causas do desemprego

Existem sete causas de desemprego. Quatro causas criam desemprego friccional. Esse tipo de desemprego ocorre quando os funcionários deixam seus empregos em busca de um melhor. Duas causas criam desemprego estrutural. É quando as competências ou os requisitos de rendimento dos trabalhadores já não correspondem aos empregos disponíveis. A sétima causa leva ao desemprego cíclico.

O desemprego friccional e estrutural ocorre mesmo numa economia saudável. A taxa natural de desemprego está entre 4% e 5%, de acordo com o Federal Reserve.O Bureau of Labor Statistics (BLS) define pessoas desempregadas como aquelas que estão desempregadas e procuraram ativamente trabalho nas últimas quatro semanas, bem como aquelas que foram temporariamente demitidas do emprego. Se não continuarem procurando, o Bureau of Labor Statistics não os contará na força de trabalho.

An image of a man holding his head in his hands in sadness. Text reads: The seven causes of unemployment. Cyclical: Demand-deficient unemployment, Structural: Advances in technology and Job outsourcing, Frictional: Voluntary, Relocation, Newly entering the workforce, and Re-entering the workforce.

Saude Teu


4 causas do desemprego friccional

Uma das causas do desemprego é a saída voluntária do mercado de trabalho. Alguns dos desempregados pouparam dinheiro suficiente para poderem abandonar empregos insatisfatórios. Eles têm o luxo de pesquisar até encontrar a oportunidade certa. A segunda causa é quando os trabalhadores se mudam. Eles ficam desempregados até encontrarem um emprego na nova cidade.

A terceira causa é quando novos trabalhadores entram no mercado de trabalho. Isso inclui alunos que concluíram o ensino médio, faculdade ou qualquer programa de graduação superior. Eles procuram um emprego que se adapte às suas novas habilidades e qualificações. Essa é a principal causa do desemprego juvenil.

A quarta causa é quando os candidatos a emprego reingressam no mercado de trabalho. São pessoas que passaram por um período em suas vidas em que pararam de procurar trabalho. Eles poderiam ter parado de trabalhar para criar os filhos, casar ou cuidar de parentes idosos. Essas quatro causas são uma parte inevitável do processo de procura de emprego. A boa notícia é que o desemprego friccional é geralmente voluntário e de curto prazo.

2 causas do desemprego estrutural

O desemprego estrutural não é voluntário nem de curto prazo. As próximas duas causas levam ao desemprego de longa duração. A quinta causa são os avanços na tecnologia. É quando computadores ou robôs substituem os trabalhadores. A maioria destes trabalhadores necessita de mais formação antes de poderem encontrar um novo emprego na sua área.

A sexta causa é a terceirização de empregos. Isso ocorre quando uma empresa transfere sua produção ou call centers para outro país. Os custos trabalhistas são mais baratos em países com custo de vida mais baixo. Essa situação ocorreu em muitos estados depois que o NAFTA foi assinado em 1994. Muitos empregos na indústria mudaram para o México.Também ocorreu quando os trabalhadores na China e na Índia adquiriram as competências necessárias às empresas americanas.

O que causa o desemprego cíclico?

A sétima causa do desemprego é quando há menos empregos do que candidatos. O termo técnico é desemprego deficiente em termos de procura. Quando isso acontece durante a fase de recessão do ciclo de negócios, é chamado de desemprego cíclico. 

A baixa demanda do consumidor cria desemprego cíclico. Os lucros das empresas caem quando a demanda cai. Se as empresas não esperam que as vendas aumentem tão cedo, geralmente demitem trabalhadores. O aumento do desemprego faz com que a procura do consumidor caia ainda mais, razão pela qual é cíclico. Isso resulta em desemprego em grande escala.Os exemplos incluem a crise financeira de 2008 e a Grande Depressão de 1929.

Aumento do salário mínimo e desemprego com défice de procura

O desemprego com défice de procura ocorre por vezes quando os salários são demasiado elevados.Esse é um dos argumentos contra salários mínimos mais elevados. Os críticos argumentam que quando as empresas são forçadas a pagar um salário mais alto por pessoa, devem dispensar outros trabalhadores.

Observação

Em alguns setores sensíveis aos preços, isso é verdade. Mas a maioria das empresas pode repassar o custo para seus clientes. 

Nem todas as causas de desemprego criam desemprego

Se alguém desiste de procurar trabalho, o BLS não o contabiliza na taxa de desemprego. Se alguém se reforma, volta a estudar ou deixa o mercado de trabalho para cuidar dos filhos ou de outros membros da família, isso não é desemprego porque já não procura trabalho. Mesmo que prefiram um emprego, o BLS não os considera como desempregados, a menos que tenham procurado no último mês.

As pessoas que pesquisaram no ano passado, mas não no mês passado, são chamadas de marginalmente desempregadas. O BLS considera estas medidas alternativas de subutilização do trabalho U-5 e U-6, conhecidas mais amplamente como “taxa real de desemprego”.Algumas pessoas argumentam que o governo subestima o desemprego ao reportar a taxa oficial, em vez da taxa “real”.

Principais conclusões

  • Para o BLS, desemprego é o estado em que alguém não tem emprego e está à procura de trabalho há um mês. Aqueles que pararam de procurar emprego não são contabilizados como parte da força de trabalho desempregada.
  • O desemprego pode ser classificado como do tipo friccional, estrutural, cíclico ou de déficit de demanda.
  • A taxa natural de desemprego está entre 4% e 5%.
  • O desemprego é um indicador económico fundamental. As elevadas taxas de emprego podem ser sintomáticas de uma economia em dificuldades. Por outro lado, taxas de desemprego muito baixas podem sinalizar um sobreaquecimento.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quem é considerado desempregado?

O BLS define trabalhadores desempregados como aqueles que estão desempregados e atualmente disponíveis para trabalhar, e que procuraram ativamente trabalho nas últimas quatro semanas. Inclui também trabalhadores que estão temporariamente despedidos, mas que esperam regressar ao mercado de trabalho, quer tenham estado ativamente à procura de emprego ou não.

Quem se qualifica para benefícios de desemprego?

Para se qualificar para o subsídio de desemprego, uma pessoa deve estar desempregada “sem culpa própria”, ter trabalhado durante um período específico, ter cumprido os requisitos de salário mínimo estatal e estar ativamente à procura de trabalho. Estes são os requisitos federais mínimos, mas alguns estados têm requisitos adicionais.