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Principais conclusões
- Você pode pedir ao seu médico analgésicos mais fortes se o seu medicamento atual não estiver funcionando.
- Conhecer as diferentes opções de alívio da dor, como não opioides e opioides, é importante antes de solicitar medicamentos mais fortes.
- Métodos de alívio da dor além da medicação, como exercícios e atenção plena, podem ajudar a controlar a dor.
Você pode pedir ao seu médico analgésicos mais fortes se precisar deles? Com certeza, pois é crucial que você seja um participante ativo no controle da dor.
A dor aguda é aquela que surge repentinamente e tem duração limitada. A dor crônica, definida de forma mais simples, é a dor que continua por semanas ou meses. Os principais componentes do tratamento da dor crônica são determinar o tipo de dor e encontrar o analgésico certo e os métodos não farmacológicos de alívio da dor.
Perguntas para se fazer sobre sua dor
De acordo com a American Chronic Pain Association (ACPA), a melhor abordagem para controlar a dor é a pessoa discutir cuidadosamente com seu médico os riscos potenciais versus benefícios de um novo medicamento (ou outro tratamento). Em outras palavras, seja proativo na saúde da dor e seja aberto e sincero com seu médico sobre sua dor.
Se você acha que pode precisar de um medicamento adicional, mais forte ou diferente para alívio da dor ou tratamento não farmacológico. pergunte a si mesmo estas quatro perguntas. Se você responder “sim” a qualquer uma delas, provavelmente:
- Você costuma sentir dor irruptiva?
- A sua medicação atual está se tornando menos eficaz no controle da sua dor?
- Sua rotina diária está ficando mais difícil?
- Sua qualidade de vida está diminuindo?
Conheça suas opções
Antes de pedir um medicamento mais forte, é uma boa ideia conhecer suas opções. Em geral, quatro classes de medicamentos são utilizadas para tratar a dor crônica:
- Não opioides: Estes incluem aspirina, antiinflamatórios não esteróides (AINEs) como Advil ou Motrin (ibuprofeno) e Aleve (naproxeno sódico), Tylenol (acetaminofeno) e Journavx (suzetrigina).
- Opioides: Também chamados de narcóticos, incluem morfina, codeína, hidrocodona, oxicodona e metadona. O medicamento Tramadol atua nos receptores opioides, embora não seja um opioide.
- Analgésicos adjuvantes:Esses medicamentos foram originalmente usados para tratar outras condições, mas agora às vezes também são usados no alívio da dor. Os exemplos incluem certos antidepressivos e medicamentos anticonvulsivantes.
- Outro:Outros medicamentos que não aliviam diretamente a dor, como medicamentos para aliviar insônia, ansiedade, depressão e espasmos musculares, podem fazer parte do seu regime de controle da dor.
Opções adicionais para aliviar a dor que não vêm na forma de “pílula” podem incluir injeções, adesivos ou até mesmo cirurgia.
Para quaisquer medicamentos, existe o risco de efeitos colaterais, e alguns não são recomendados para pessoas em determinadas faixas etárias ou com diversos problemas de saúde.
Opções Não Farmacológicas
Existem também opções não medicamentosas que, em combinação com medicamentos (ou potencialmente isoladas), podem ajudar uma pessoa a controlar melhor a dor e a viver plenamente na vida.
Isso geralmente inclui a prática de estratégias de relaxamento, meditação consciente, alongamento, terapia cognitivo-comportamental e programas de exercícios como ioga ou tai chi.
Você parecerá um viciado?
Embora seja verdade que os analgésicos opioides são um dos medicamentos prescritos mais comumente usados, solicitá-los não significa necessariamente que você seja um viciado.
Algumas pessoas com condições de dor crônica simplesmente não conseguem controlar a dor com outros tipos de medicamentos. As atitudes relativamente ao papel dos opiáceos no tratamento da dor também estão a mudar.
A maioria dos prestadores de cuidados de saúde considerará os benefícios de um analgésico mais forte versus os riscos potenciais. Analgésicos mais fortes, como os opioides, apresentam um risco maior de tolerância e abuso, mas se puderem aumentar sua qualidade de vida, vale a pena tentar.
