Se você está atrasado em seus empréstimos federais para estudantes, há uma coisa a menos com que se preocupar: afinal, o IRS não virá buscar o desconto do crédito tributário para seu filho.
Isso é de acordo com um porta-voz do Departamento de Educação, que disse que o departamento garantiria que os pagamentos de crédito tributário infantil sobre descontos de crédito tributário não fossem confiscados dos mutuários inadimplentes, mesmo que o desconto chegue após o término do pagamento do empréstimo estudantil e da pausa de cobrança em 1º de maio.
“O Crédito Fiscal Infantil deve ser acessível, independentemente da situação de reembolso do seu empréstimo estudantil”, postou o secretário de Educação, Miguel Cardona, em um tweet esta semana.
Os mutuários de empréstimos estudantis não tiveram que se preocupar com a possibilidade de o IRS retirar suas dívidas inadimplentes de seus descontos fiscais desde a chegada da pandemia, porque uma pausa nos pagamentos e juros de empréstimos estudantis também suspendeu toda a cobrança de dívidas.Além disso, a lei que estabeleceu a expansão do crédito fiscal infantil no ano passado (até um máximo de 3.600 dólares por criança) protegeu a parte do crédito – até metade – que foi entregue através de pagamentos mensais adiantados no ano passado a partir de tais cobranças.No entanto, permanecia a possibilidade de o governo confiscar a outra parte, que será entregue por meio de redução do imposto de renda assim que expirar a pausa.
Normalmente, o Departamento de Educação tem permissão para interceptar pagamentos federais, como restituições de impostos e até mesmo pagamentos por invalidez da Previdência Social, para saldar a dívida do governo como parte de um procedimento denominado “compensação do Tesouro”.
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