O Consumer Financial Protection Bureau (CFPB) disse às instituições financeiras que as regras pré-pandemia se aplicam a elas mais uma vez, rescindindo políticas mais flexíveis que a administração Trump estendeu à indústria no ano passado.
As políticas de Trump, emitidas entre 26 de março e 3 de junho de 2020, deram às empresas mais margem de manobra no que diz respeito aos registos regulamentares e ao cumprimento das leis e regulamentos do consumidor sobre hipotecas, relatórios de crédito, cartões de crédito e cartões pré-pagos.Por exemplo, o CFPB disse durante a pandemia que não puniria os credores por demorarem mais tempo a resolver erros de facturação do que o exigido por lei, desde que as empresas fizessem um esforço de boa-fé para agir o mais rapidamente possível.Essa política estava entre as sete rescindidas pelo CFPB em 1º de abril.
A nova postura mais dura é consistente com a postura mais agressiva do CFPB em relação à indústria financeira sob a administração do Presidente Joe Biden do que durante os anos de Trump, favorável aos negócios.
“Fornecer flexibilidade regulatória às empresas não deve ocorrer às custas dos consumidores”, disse o diretor interino do CFPB, Dave Uejio, em um comunicado. “Como muitas instituições financeiras desenvolveram capacidades remotas mais robustas e demonstraram operações melhoradas, já não é prudente manter estas flexibilidades. A primeira prioridade do CFPB, hoje e sempre, é proteger os consumidores de danos.”
