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Os alimentos comercializados como “saudáveis” podem ser surpreendentemente enganosos. De barras de granola a lanches sem glúten, muitos produtos que parecem nutritivos costumam ter alto teor de açúcar, sal, gordura ou enchimentos.
Rótulos e chavões nem sempre refletem o que seu corpo realmente precisa, portanto, entender o que há nesses alimentos pode ajudá-lo a fazer escolhas que realmente apoiem sua saúde.
1. Barras de granola e proteínas
A granola há muito tempo carrega o status de “alimento saudável”, mas a maioria das versões embaladas contém mais do que apenas aveia nutritiva. Muitos são revestidos de chocolate, misturados com pedaços cristalizados ou glaceados com adoçantes. O tamanho das porções de granola também pode ser enganoso. Os rótulos geralmente listam uma porção de 1/3 a 1/2 xícara, mas é fácil servir mais quando você está olhando.
As barras de proteína podem cair na mesma armadilha. Dependendo do tipo de proteína utilizada, podem não oferecer muito valor nutricional. Muitos dependem de adoçantes artificiais para reduzir o açúcar adicionado, o que pode causar desconforto gastrointestinal em algumas pessoas, e pesquisas sugerem que eles podem não ser ideais dependendo das suas necessidades de saúde.
Fazer granola ou barras em casa dá mais controle. Assar aveia com ingredientes simples permite evitar a adição de açúcares e adoçar com frutas, e nozes picadas podem aumentar a proteína sem enchimentos extras.
Se preferir opções compradas em lojas, leia atentamente os rótulos e escolha produtos com o mínimo de ingredientes. Em vez de comer uma tigela cheia de granola ou uma barra inteira, polvilhe uma pequena quantidade sobre o iogurte grego para dar sabor e crocância.
2. Lanches ‘vegetarianos’ crocantes
Batatas fritas feitas de vegetais podem parecer uma atualização nutricional, mas o nome pode enganar. Afinal, as batatas fritas também vêm de um vegetal. Um rótulo “vegetariano” não torna automaticamente um lanche mais saudável.
Palitos, palitos e batatas fritas vegetais costumam ser fritos em óleo e temperados com bastante sal, o que os aproxima nutricionalmente das batatas fritas normais. Muitos dependem de amidos, o que os torna ricos em carboidratos, e os vegetais geralmente são apenas aditivos em pó para dar cor, em vez de nutrientes significativos.
Se você quiser um lanche rápido e crocante que ainda pareça batatas fritas e molho, experimente vegetais fatiados, como pimentão ou cenoura, com homus. Você ainda terá a crocância, além de nutrição de verdade.
3. Smoothies engarrafados e tigelas de açaí
Social media can make açaí bowls look like the perfect healthy breakfast, but they’re often calorie-dense and not nearly as nutrient-dense. Smoothies e tigelas de açaí podem conter açúcar, carboidratos, gordura e até sal, dependendo dos ingredientes. Mesmo quando você usa alimentos “totalmente naturais”, grandes porções podem prejudicar sua nutrição diária.
Smoothies pré-fabricados também podem ser enganosos. Uma única garrafa pode conter duas porções, e muitos dependem de sucos ou concentrados em vez de frutas inteiras, o que significa menos fibras do que o rótulo sugere.
4. Alimentos ‘sem gordura’, ‘sem açúcar’ e com ‘zero calorias’
As dietas da moda muitas vezes promovem produtos “sem gordura”, “sem calorias” e agora “sem açúcar”, mesmo para pessoas que não têm uma razão médica para cortar o açúcar. Mas estes alimentos raramente proporcionam os benefícios nutricionais que os seus rótulos sugerem.
Quando gordura, carboidratos ou calorias são eliminados, as vitaminas, minerais, fibras, proteínas e outros nutrientes geralmente também desaparecem. Para compensar essa perda, muitos destes produtos dependem de ingredientes artificiais para imitar sabor e textura.
5. Produtos sem glúten
A menos que você tenha doença celíaca, não precisa evitar o glúten para sua saúde. Algumas pessoas com alergias alimentares ou problemas gastrointestinais sentem-se melhor sem glúten, mas evitam-no para controlar os sintomas, em vez de melhorar a nutrição ou “otimizar” a sua dieta.
Versões sem glúten de pão, macarrão e outros carboidratos não são automaticamente mais saudáveis. Eles não levam à perda de peso, não melhoram a pressão arterial ou o açúcar no sangue, nem oferecem uma opção mais “natural” do que os alimentos que contêm glúten.
Esses produtos ainda contêm carboidratos e dependem de amidos refinados como arroz, batata e farinha de tapioca. Muitos pães, massas e lanches sem glúten são, na verdade, mais calóricos do que seus equivalentes que contêm glúten. E como muitas vezes não possuem grãos integrais, nem sempre oferecem a fibra ou proteína que você obteria nas versões regulares.
6. ‘Carne’ e ‘Leite’ à base de plantas
Muitos produtos vegetarianos e veganos são altamente processados. Eles geralmente contêm adição de gordura, sódio, açúcar e ingredientes desconhecidos usados para imitar o sabor e a textura da carne ou dos laticínios.
Se você procura proteína vegetal que corresponda a fontes animais, saiba que nem todos os “leites” ou produtos sem carne fornecem a mesma quantidade ou qualidade de proteína. Sempre verifique a lista de ingredientes e o rótulo nutricional para ver se eles atendem aos seus objetivos.
Você também deve procurar vitaminas e minerais essenciais que normalmente obteria do leite ou da carne. As opções fortificadas podem ajudar a preencher essas lacunas sem depender de excesso de aditivos, sal ou açúcar.
