Vários aspectos do trauma e cuidados intensivos

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Trauma é a experiência de mudança de vida do paciente e dos participantes que os cuidam para recuperá-los. Anualmente impacta centenas de pessoas. O atendimento ao trauma melhorou muito nos últimos tempos. O crucial é a abordagem dos cuidados pré-hospitalares e hospitalares e dos prestadores de formação. Este artigo trata de vários aspectos do trauma e dos cuidados intensivos.

Vários aspectos do trauma e cuidados intensivos

Vejamos as importantes facetas do manejo do trauma e dos cuidados intensivos. Estar atento a esses aspectos importantes ajuda as pessoas a enfrentar melhor qualquer situação de trauma e cuidados críticos.

Triagem:Isso dá prioridade aos pacientes gravemente feridos, entre outros, e oferece atendimento adequado aos mais necessitados em cuidados intensivos. O paciente mais gravemente ferido tem preferência e atendimento médico imediato é dado a esse paciente.1 Esta é uma parte importante do trauma e dos cuidados intensivos.

Pontuação de Trauma:A pontuação de trauma em trauma e cuidados intensivos descreve a gravidade da lesão e se correlaciona com a probabilidade de sobrevivência. Os sistemas de pontuação variam, alguns dependem dos escores fisiológicos e outros dependem de descrições de lesões anatômicas. O sistema de pontuação varia amplamente e depende dos escores fisiológicos (escala de coma de Glasgow {GCS}, escore de trauma revisado).1

  1. Avaliação Inicial:Considerando a gravidade e a emergência envolvidas no trauma e nos cuidados intensivos, a avaliação inicial é muito importante. Os princípios envolvidos nisso são:
  2. Preparação e Transporte:A comunicação e transporte da pessoa ferida ao hospital para tratamento posterior.
  3. Pesquisa Primária e Reanimação:É para identificar e tratar lesões potencialmente fatais com base no sistema de vias aéreas, respiração, circulação, incapacidade e exposição (ABCDE).
  4. Pesquisa Secundária:Isso ocorre após a correção da lesão com risco de vida. Um exame detalhado deve ser feito para avaliar a natureza e a gravidade da lesão, neurologia da cabeça e da face, pescoço, tórax, abdômen, membros
  5. Reavaliação contínua:A reavaliação é feita com base no sistema ABCDE, que auxilia nos planos diagnósticos e terapêuticos.
  6. Cuidados Definitivos:O tratamento exato necessário para a natureza da lesão é fornecido.1

Preparação e Comunicação

Os hospitais que recebem pacientes traumatizados e de cuidados intensivos precisam estar bem comunicados na chegada emergencial dos pacientes. A condição do paciente, nomeadamente sinais vitais, mecanismo de lesão, intervenções de campo, histórico médico (se houver), grupo sanguíneo e estado geral, devem ser comunicados ao hospital receptor. O líder da equipe inicia a reanimação de forma organizada e garante que o paciente receba os cuidados adequados.1

Pesquisa Primária

A pesquisa primária para traumas e cuidados intensivos é realizada com base no sistema ABCDE e as lesões potencialmente fatais são tratadas imediatamente. O sistema consiste no controle das vias aéreas com estabilização da coluna cervical, respiração, circulação, incapacidade ou estado neurológico, exposição do paciente e prevenção da hipotermia.

  • A avaliação das vias aéreas é feita estabilizando a coluna cervical em posição neutra por meio de um colar rígido de imobilização cervical. Se a pontuação da ECG for inferior a 8, é necessário estabelecer a via aérea artificial.
  • A respiração do sujeito é analisada por inspeção visual da movimentação da caixa torácica, palpação da movimentação da caixa torácica e ausculta da entrada de ar. Aconselha-se a administração de oxigênio em alto fluxo até que a estabilidade seja estabelecida.
  • Os locais de sangramento devem ser identificados e tratados com simples curativos compressivos, mas às vezes pode ser necessária intervenção cirúrgica para estancar o sangramento.
  • Deve ser realizada uma breve avaliação do estado neurológico do sujeito, que inclui a postura do paciente, a simetria da pupila, a resposta pupilar à luz e a avaliação global da capacidade de resposta do paciente.
  • A exposição do sujeito permite localizar todos os locais da lesão. A imagem inicial é restrita apenas à radiografia AP de tórax ou AP pélvica.1

Pesquisa Secundária

A pesquisa secundária é feita após a conclusão da pesquisa primária e a correção é emitida para a condição de risco imediato à vida no tratamento de trauma e cuidados intensivos. É feito o exame detalhado do paciente, incluindo avaliação da cabeça, face, pescoço, tórax, abdômen e membros. Esta é uma parte importante do gerenciamento de traumas e cuidados intensivos. A reavaliação é feita com sistema ABCDE e um plano diagnóstico e terapêutico contínuo a ser revisto em conformidade.1

Rolagem de registros

O registro é outra parte importante da avaliação de trauma e cuidados intensivos. Inclui giro lento e controlado do paciente para cada lado para avaliar a parte dependente do paciente com traumatismo supino. Deve-se ter cuidado para evitar mais lesões. Isso ajuda na remoção da placa de imobilização na qual o paciente é trazido. Isso é feito por uma equipe de 4 membros – um estabilizando a cabeça, o segundo e o terceiro girando o paciente e o quarto para examinar a natureza da lesão.1

O manejo do trauma e dos cuidados intensivos administrados no hospital nas primeiras horas do trauma é muito essencial no diagnóstico e prognóstico da lesão com risco de vida do sujeito. Equipe e instalação eficientes de trauma e cuidados intensivos podem ajudar na recuperação bem-sucedida do paciente.

Referências

https://emedicine.medscape.com/article/434445-overview#a3